Olá pessoas
Esta é a primeira postagem nesse meu cantinho.
A partir de hoje vou colocar aqui alguns dos meus poemas rascunhados pelo cotidiano.
E acreditem: isso não é mais uma peça de 1º de abril não hehehe.
Vou começar publicando uns dos poemas que produzi ontem na Navegantes das Estrelas, uma comunidade orkutiana sobre poesia. O escolhido para este momento parte de uma provocação feita pelo poeta thiers, grande incentivador para a abertura deste humilde espaço de brinde a poesia e a vida.
chega de enrolação. Deixo vocês como poema "Ao passo meu num Funeral"
O gosto da lâmina
Tem a mesma cor
Do dia que fiz como dor,
Como sombrio reflexo
Desse eu
Tão meu farrapo.
Vê-se descer pelas escadas
E baixas madrugadas
Mais um pouco desse eu
Tão meu passo
Revelado nas sombras,
Escondidos nos vidros claros.
A lâmina agora
Guarda a mesma sensação
Da dor
De um abrupto ponto final,
Das cinzas quentes de um funeral
Onde esse eu
Tão meu acabado
Não faz mais nada.
Nem vale enterrar esse retrato!
terça-feira, 1 de abril de 2008
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Um comentário:
AHHHHHHHHHHH... MERECE COMENTÁRIO
Vinicius gostei da atitude, de chegar trazendo o perfume maldito. De se aventurar pelo desconhecido de trazer sua lâmina, flachar a página e dizer ao mundo; eu sou poeta e aceito desafios. Eu sou poeta pq não me calo na vida. Sou peta calejado, seja na boca amada, no beijo caliente ou na escuridão onde a teia o vampiro tece bordando negro lençol.
Parabéns pela aventura.
Thiers
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